Marajó vive e precisa de nossa ajuda

O Marajó, território de 10,4 milhões de hectares, composto por 16 municípios e com 564 mil habitantes em 2019, possui os piores indicadores sociais do Pará e do Brasil. Alguns municípios têm 20% da população sem qualquer rendimento. Oito dos 16 municípios na região do Marajó estão entre os 50 com menor IDH no país.

Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) alerta que as regiōes amazônicas com os menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH), acesso precário à água tratada e ao tratamento de esgoto são as mais vulneráveis em relação à ampla propagação do novo coronavírus.

Diante desse cenário, o Museu Goeldi, o Museu do Marajó, a Prelazia do Marajó, a Diocese de Ponta de Pedras, a Irmandade do Glorioso São Sebastião, a Fundação pela Inclusão do Marajó, o Observatório de Direitos Humanos e Justiça Social do Marajó, vinculado à Universidade Federal do Pará (UFPA), e o Instituto Iacitata Amazônia Viva uniram-se na Campanha Marajó Vivo como uma rede de solidariedade em torno de ajudar os mais vulneráveis no combate ao coronavírus.

A Campanha atua em três eixos:

  1. Divulgação de informações,
  2. Realização de atividades,
  3. Coleta de doações.

A ideia é apoiar desde o combate à propagação do vírus, orientar e acompanhar as políticas públicas emergenciais, considerando também a necessidade urgente de garantir o sustento das famílias que vivem na região.

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